quinta-feira, 8 de abril de 2010

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Que Deus não permita que eu perca o ROMANTISMO, mesmo sabendo que as rosas não falam...

Que eu não perca o OTIMISMO, mesmo sabendo que o futuro que nos espera não é assim tão alegre...

Que eu não perca a vontade de TER GRANDES AMIGOS, mesmo sabendo que, com as voltas do mundo,eles acabam indo embora de nossas vidas...

Que eu não perca a vontade de AJUDAR AS PESSOAS, mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, reconhecer e retribuir esta ajuda...

Que eu não perca o EQUILÍBRIO, mesmo sabendo que inúmeras forças querem que eu caia...

Que eu não perca a VONTADE DE AMAR, mesmo sabendo que a pessoa que eu mais amo, pode não sentir o mesmo sentimento por mim...

Que eu não perca a LUZ e o BRILHO NO OLHAR, mesmo sabendo que muitas coisas que verei no mundo, escurecerão meus olhos...

Que eu não perca a RAZÃO, mesmo sabendo que as tentações da vida são inúmeras e deliciosas.

Que eu não perca o SENTIMENTO DE JUSTIÇA, mesmo sabendo que o prejudicado possa ser eu...

Que eu não perca a BELEZA E A ALEGRIA DE VER, mesmo sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos e escorrerão por minha alma...

Que eu não perca a vontade de SER GRANDE, mesmo sabendo que o mundo é pequeno...

E acima de tudo...

Que eu jamais me esqueça que um pequeno grão de alegria e esperança dentro de cada um é capaz de mudar e transformar qualquer coisa, pois...

A VIDA É CONSTRUÍDA NOS SONHOS E CONCRETIZADA NO AMOR!

Amorosamente,
Francisco Cândido Xavier ''

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Um dia chuvoso

Hoje eu acordei e era um dia nublado como outro qualquer, já fui preparada para a escola com a intenção de estudar bastante. Assisti a algumas aulas bastante interessantes de física, química, literatura e geografia, a hora parecia não passar principalmente na de geografia aliás eu não gosto nada dessa matéria, que é um pouco inútil na minha vida. Logo após essas aulas, saí da escola e fui andando para a casa de uma amiga - eu, ela e um outro amigo - no meio do caminho passamos por aquelas calçadas super estreitas perto de poças enormes que mais pareciam lagos onde os carros adoram passar correndo para dar um ''banho'' nas pessoas que por ali andam. Pois é, dito e feito, levei um banho de água suja, tinha acabado de lavar o meu cabelo, a minha calça era clara, o meu tênis era branco... É, que começo de tarde... Até aí tudo bem, já que eu ia para casa da minha amiga poderia tomar um banho trocar de roupa e limpar o meu tênis e depois voltar para as aulas que iam ter na escola mais a tarde. Voltei para a escola, assisti às aulas de literatura e português e quando acabou vejo o meu pai de carona com o meu tio, então entro no carro, ele ia nos deixar em casa mas ao chegar em um determinado local os carros estavam literalmente parados e ia demorar muito até chegar em casa, então decidimos ir andando, já que não estava mais chovendo, chegaríamos em casa em uns 15 minutos no máximo. Saímos do carro e começamos a nossa caminhada, de repente começa a chover, e a chuva começa a aumentar... cada vez mais e ficamos desesperados, começa a dar relâmpagos e trovoadas então decidimos parar um pouco para ver se a chuva acalmava, mas nada... resolvemos voltar a andar.
No meio da chuva forte, com vento, trovoadas, mochila pesada cheia de livros, calça clara e all star branco, numa rua de terra, é... foi pouco emocionante. Já não aguentava mais andar, a minha casa parecia estar cada vez mais longe, a rua não parecia ter fim, a chuva parecia que aumentava mais a cada segundo. Cheguei em casa completamente molhada, com uma dor de cabeça infernal.
Que ótimo dia de chuva.